Como aplicar seu dinheiro de forma rentável

Você já aprendeu como começar a poupar? Já está poupando?

Bem, se a reposta for sim, parabéns! Caso sua resposta seja não, volte e leia o artigo: Comece poupando 1 real e se torne um megainvestidor. Seja sincero com você mesmo!

Atualmente existem várias opções de investimento no mercado, porém a mais conhecida e popular é a Poupança.

Não obstante é a aplicação mais utilizada pelos brasileiros, alguns por acharem a poupança mais segura e a grande maioria por não conhecerem outras opções de investimentos.

As aplicações financeiras são classificadas por “grupos “ de riscos, ou seja, cada opção e investimento possui um risco especifico, alguns menos e outros mais. As instituições financeiras se utiliza desses “grupos de risco” para traçar o perfil dos investidores e dessa forma evitar que sejam realizadas aplicações que não condiz o perfil de cada um.

Esses grupos de risco são divididos em: Perfil Conservador, Moderado e Arrojado.

  • O Conservador é o investidor com perfil menos arriscado, prefere investimentos mais seguros.
  • O Moderado já aceita investir com uma certa margem de riscos, aceita arriscar para obter uma maior fatia de ganho.
  • Já o Agressivo é o investidor se aceita investimentos de alto risco, em troca deseja ganhar valores altos. Como você deve ter percebido, cada um possui seus prós e contras, não é objetivo nosso adentrar nesses detalhes por enquanto.

Vamos abordar aqui 3 modalidades de investimentos que tem se destacado nos últimos meses, principalmente devido à constante queda da taxa Selic, que tem tornado investimentos mais populares menos atrativos.

 Vamos falar sobre, o CRI E CRA, Tesouro Direto e Fundos Imobiliários.

O CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), como o próprio nome diz, atuam nos mercados imobiliário e do agronegócio, tem se destacado entre as opções de investimentos por oferecerem rentabilidades atrativas e por serem aplicações isentas de imposto de renda para pessoa física.

Ao investir em CRI e CRA você empresta dinheiro para uma empresa privada, tendo como garantia os recebíveis que ela tem, ao final a empresa lhe devolve o valor investido acrescentado de uma remuneração, que é divulgada durante o processo de estruturação da oferta.

Para as empresas é um excelente negócio, pois, podem levantar no presente o dinheiro que teriam para receber no futuro, gerando recursos para investir em novos empreendimentos.

Porém, como toda e qualquer operação financeira possui um risco, aqui não seria diferente. O risco dessas operações está na possibilidade e a empresa que originou o CRI ou CRA não cumprir com o pagamento estabelecido aos investidores.

Para investir em CRI e CRA, basta procurar seu banco, que atuara nessa operação como um intermediador que oferece esses papeis no mercado.

É preciso estar muito atento ao perfil do investidor, antes de investir verifique se tal operação se enquadra no seu perfil de investidor.

Vale ressaltar que são aplicações que não são cobertas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

O Tesouro Direto tem se tornado mais “popular” diante da constante redução da taxa Selic, principalmente para investidores que desejam diversificar seus investimentos.

O Tesouro Direto permite investir em papeis da dívida pública federal, sendo atualmente a forma mais simples de investir nos títulos públicos emitidos pelo Governo Federal.

O investimento pode ser realizado por meio de um agente de custódia ou diretamente no site ou aplicativo do Tesouro Direto.

Apesar de não serem cobertos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), são considerados a modalidade de investimento com menor risco do mercado.

Sabe porquê?

Porque ao investir em papeis do Tesouro Direto você estará emprestando seu dinheiro para o governo, em troca, recebera ao final do prazo a quantia aplicada, acrescentada uma taxa de juros, que pode ser prefixada ou pós-fixada, sobre o valor. Nesse caso o Imposto de Renda cobrado é sobre os rendimentos.

 Antes de investir no Tesouro Direto, verifique se seu perfil de investidor se enquadra no perfil especificado para esse investimento.

Os Fundos Imobiliários são como condomínio fechado, aonde é possível comprar cotas e os recursos são aplicados em imóveis, como shopping centers, prédios comerciais ou em títulos relacionados a empreendimentos imobiliários.

Os Fundos Imobiliários possibilitam ao investidor receber o rendimento periodicamente, como um aluguel, sem precisar lidar com inquilinos e nem com os riscos de um contrato de locação.

Os rendimentos dos fundos são isentos do Imposto de Renda e para iniciar não é necessário alto investimento, existem opções de aplicação inicial baixa.

São distribuídos por meio de oferta pública ou no mercado, similar as ações. Os Fundos de Investimentos são mais uma boa opção para quem deseja diversificar sua carteira de investimentos, principalmente porque nos últimos anos tem apresentado rentabilidades expressivas em comparação a outras modalidades de investimento. Porém, possui maior risco em relação as demais apresentadas.

Nesse artigo abordaremos apenas essas 3 modalidades de investimento, não abordamos todos os aspectos, devido à complexidade e particularidade de cada um. Nos próximos artigos aprofundaremos em cada detalhe especifico, bem como, apresentaremos outras modalidades de investimentos.

Fica a dica: diversifique seus investimentos, porém, invista sempre de acordo com seu perfil de investidor, seja prudente.

Pense nisso: Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.

Observação: As informações apresentadas aqui não tem por objetivo indicar o investimento como bom ou mau e não é uma recomendação de compra. Objetivo é apenas fornecer conteúdo de caráter educacional.

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